Expressões de arte


 

Cada um com a sua expressão!

 

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Juliana Souza

 

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Os números de 2012


Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

600 pessoas chegaram ao topo do Monte Everest em 2012. Este blog tem cerca de 4.700 visualizações em 2012. Se cada pessoa que chegou ao topo do Monte Everest visitasse este blog, levaria 8 anos para ter este tanto de visitação.

Clique aqui para ver o relatório completo

Personagens da Disney – fotografia e ilustração digital


Projeto de Jirka Väätäinen, artista visual finlandês, que com fotografia e ilustração digital retrata de forma realística algumas personagens da Disney.

Qual a sua preferida?

Ariel – A Pequena Sereia

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Jamine – Aladim

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Esmeralda – O corcunda de Notre Dame

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Rapunzel

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Bela – A Bela e a Fera

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Mulan

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Branca de Neve

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Princesa Tiana – A Princesa e o Sapo

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Mégara – Hércules

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Úrsula – bruxa má de A Pequena Sereia

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Pocahontas

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Alice – Alice no país das maravilhas

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Aurora – A Bela adormecida

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Cinderela

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Jane – Tarzan

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Sininho – Peter Pan

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Fonte: www.criatives.com.br

A convergência entre mídia e folclore


A Folkcomunicação está presente nos meios de comunicação de massa como por exemplo no Funk Carioca e nas Escolas de Samba, ambos na região sudeste do país, que são formatos de Folkcomunicação Cinética.

A grande mídia utiliza desses temas para produzir pautas jornalísticas, criar produtos e personagens ficcionais em suas telenovelas e séries, fazendo deste folclore uma forma de vender uma ideia que já está incutida na população, só que agora com atrativos midiáticos.
O samba e o funk, ritmos tipicamente brasileiros, característicos em sua maioria das populações de baixa renda, hoje ganham uma repercussão nacional e internacional.
Folkcomunicação
Contextualizando os dois, o primeiro antigamente era feito nas ruas e o segundo era restrito apenas aos morros. Hoje, o samba atrai celebridades e é um dos picos do turismo internacional, onde se dá uma das maiores discussões da cultura nacional que é o apelo sexual, visão que sem dúvida se dá pelo auxílio dos meios de comunicação.
Já o Funk não perdeu a característica dos morros, mas a mídia tenta desmarginalizá-lo e fazer com que ele tenha uma aceitação dos mais conservadores. Ele está sendo amplamente divulgado em novelas e séries, em especial, na Rede Globo.
Mas além destes, existem muitos outros exemplos da convergência entre Folkcomunicação e mídia, que permeiam entre os gêneros oral, musical, gráfico, icônico e cinético (que foi retratado acima). Cada um destes gêneros possui diversos formatos.
Juliana Souza

Economia Criativa


 

  O que significa Economia Criativa? De onde surgiu?

O conceito de Economia Criativa vem de “indústrias criativas” que apareceu pela primeira vez em um discurso chamado “Nação Criativa”, do Primeiro-Ministro da Austrália em 1994. O discurso falava sobre a importância de aproveitar as oportunidades que a globalização traz, e também sobre as mídias digitais como meio de informar e dar valor à criatividade e sua ajuda para o desenvolvimento do país.

Três anos depois na Inglaterra, foi criada uma força tarefa voltada à vários setores da cultura, sendo a responsável em observar as tendências de mercado e os pontos positivos da competitividade nacional. Em um primeiro momento, observaram como se davam as parcerias público-privadas voltadas à cultura, analisando principalmente o turismo, o desenvolvimento, a educação e as relações exteriores.

Hoje a Economia Criativa pode ser definida como as atividades das pessoas em exercitarem a sua imaginação, fazendo da ação uma contribuição para a economia. Essas pessoas criam, produzem e distribuem os produtos/serviços provenientes desta imaginação, através dos seus conhecimentos culturais regionais, mais conhecido como “capital intelectual”.

  Qual a finalidade da Economia Criativa?

A grande finalidade da Economia Criativa é fazer com que a rica produção cultural da população, o capital intelectual, possa ser revertida em dinheiro, e ter influência na economia nacional, auxiliando no desenvolvimento do país. A Economia Criativa hoje representa uma opção de inclusão produtiva, por criar emprego e renda.

Ela agrega os valores, processos, cultura do cenário atual, fazendo uma releitura da economia. Usufrui do conhecimento da tecnologia e qualidade já existentes, mas o faz de forma autêntica.

  Em quais setores atuam a Economia Criativa?

Propaganda

 – Arquitetura

 – Artes e Antiguidades

 – Artesanato

 – Design

 – Moda

– Cinema e Vídeo

 – Música

– Artes Cênicas (Performing Arts – inclui dança, circo e etc.)

 – Editoração (Revistas, livros, jornais, web)

– Rádio

 – TV

  Quais os requisitos para aplicar a Economia Criativa?

Primeiramente, não se deve pensar em Economia Criativa sem antes investir na promoção de discussões e estudos sobre políticas econômicas e industriais. É importante também rever as questões sociais, fazer um estudo de campo da região em que será aplicada a Economia Criativa, como a educação, a qualidade da urbanização, a influência da cultura, e claro, repensar as estratégias econômicas e modelos de negócios do local.

Após, analisar as questões que exercem influência sobre a aplicabilidade da Economia Criativa na região, como a mão de obra, os fatores competitivos, as inovações tecnológicas, entre outros.

O grande foco da Economia Criativa é, como está escrito no próprio conceito, a criatividade das pessoas que trabalham nesse ramo, e que obtém suas rendas através dessa disseminação de cultura. Porém, não ficam apenas no âmbito da criação, produção e distribuição de produtos e serviços, mas também observando os modelos de negócios e gestão, os processos e as tecnologias.

Juliana Souza

O capitalismo pelo mundo


Capitalismo ideal:
Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. Eles se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!

Capitalismo americano:
Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre.

Capitalismo francês:
Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.

Capitalismo canadense:
Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.

Capitalismo japonês:
Você tem duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.

Capitalismo italiano:
Você tem duas vacas. Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!

Capitalismo enron:
Você tem duas vacas. Vende três para a sua companhia de capital aberto usando garantias de crédito emitidas por seu cunhado. Depois faz uma troca de dívidas por ações por meio de uma oferta geral associada, de forma que você consegue todas as quatro vacas de volta, com isenção fiscal para cinco vacas. Os direitos do leite das seis vacas são transferidos para uma companhia das Ilhas Cayman, da qual o sócio majoritário é secretamente o dono. Ele vende os direitos das sete vacas novamente para a sua companhia. O relatório anual diz que a companhia possui oito vacas, com uma opção para mais uma. Você vende uma vaca para comprar um novo presidente dos Estados Unidos e fica com nove vacas. Ninguém fornece balanço das operações e público compra o seu esterco.

Capitalismo britânico:
Você tem duas vacas. As duas são loucas.

Capitalismo holandês:
Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.

Capitalismo alemão:
Você tem duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.

Capitalismo russo:
Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Conta de novo e vê que tem 12 vacas. Você para de contar e abre outra garrafa de vodca.

Capitalismo suíço:
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar a vaca dos outros.

Capitalismo espanhol:
Você tem muito orgulho de ter duas vacas.

Capitalismo português:
Você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce…

Capitalismo chinês:
Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas. Você se gaba de ter pleno emprego e alta produtividade. E prende o ativista que divulgou os números.

Capitalismo hindu:
Você tem duas vacas. E ai de quem tocar nelas.

Capitalismo argentino:
Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas mugirem em inglês. As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano do FMI.

Capitalismo brasileiro:
Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV – Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presumia que você tivesse 200 vacas e para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo….

Felipy Vasconcelos

Escola de Frankfurt mediante a mídia e a indústria cultural


O posicionamento frankfurtiano mediante a mídia e a indústria cultural – análise crítica das imagens

 

A grande massa geralmente forma opinião sobre assuntos relevantes da sociedade, como política e economia, com base nas informações vinculadas pelos meios de comunicação, Habermas já na década de 60 criticava a opinião pública.

Logo, a mídia exerce papel importantíssimo neste cenário, o que acaba por limitar a crítica da sociedade sobre tais informações, ou seja, ocorre uma manipulação de ideias e até mesmo de hábitos de consumo, da burguesia que detém os meios de comunicação, para os cidadãos comuns, muitas vezes vistos como “senso comum”.

Os hábitos de consumo da sociedade contemporânea estão ligados diretamente aos meios de comunicação e seus artifícios fazendo com que as pessoas comprem produtos que não precisam, decorrente da vinculação da ideia de Indústria Cultural, e a aceitação desta pelas pessoas. Adorno e Horkheimer já estudavam sobre esta ideologia na Escola de Frankfurt, onde localizaram que a mesma funcionava com um planejamento semelhante à produção de bens de consumo feitos em série.

Dentro do marketing existe uma definição para desejo e necessidade: o primeiro vem do impulso e da influência, neste caso da mídia, em fazer que as pessoas comprem o que não é prioridade, e que se excedam nestas aquisições, uma vez que quem compra mais, mostra mais poder – aquisitivo no caso. Já o segundo é o que o ser humano realmente precisa como, por exemplo, as necessidades fisiológicas.

A Indústria Cultural faz com que o desejo se transforme em necessidade e as pessoas não se vêem mais vivendo fora do consumismo.

Todo este modo de vida esquematizado é impulsionado pelas mídias, que exigem agilidade na forma de comer, trabalhar e estudar. Um grande exemplo são os fasts-foods da rede Mc’Donalds, que trabalham desta forma há três décadas no Brasil.

Mas tanto a manipulação da mídia, quanto os hábitos nada saudáveis que estes proporcionam, tem seus contrapontos: respectivamente um é tão necessário, que seria improvável que aqui, na maior metrópole do Brasil, São Paulo, uma pessoa não dependa da mídia para sair de casa vestida adequadamente conforme a previsão do tempo, informada no telejornal. E a outra, por mais que a mídia agora tente desvencilhar a precariedade da saúde deste tipo de hábito consumista, continua por engrandecê-lo, pois a propaganda é sedutora, a mídia é sedutora.

Trabalho proposto pela professora Lara Maria da disciplina online Teoria da Comunicação

Juliana Souza

Quatro Vezes Você – Capital Inicial


Rafaela está trancada há dois dias no banheiro
Enquanto a sua mãe,
Toma prozac, enche a cara
E dorme o dia inteiro
Parece muito mas podia ser

Carolina pinta as unhas roídas de vermelho
Em vez de estudar
Fica fazendo poses
Nua no espelho
Parece estranho mas podia ser

O que você faz quando
Ninguém te vê fazendo
Ou o que você queria fazer
Se ninguém pudesse te ver

Gabriel e a namorada se divertem no escuro
E o seu pai
Acha tudo que ele faz
Errado e sem futuro
É complicado mas podia ser

Mariana gosta de beijar outras meninas
De vez em quando
Beija meninos
Só pra não cair numa rotina
É diferente mas podia ser

O que você faz quando
Ninguém te vê fazendo
Ou o que você queria fazer
Se ninguém pudesse te ver

III Festival Intercurtas


UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL – Campus São Miguel e Anália Franco

O III Festival Intercurtas ocorreu no dia 29 de Novembro de 2011. Este trabalho marcou o fim do 1º ano do curso de Comunicação Social, dividindo os universitários do curso nas habilitações de Publicidade e Propaganda; Relações Públicas; Jornalismo e Rádio, TV e Internet.

O conjunto da obra foi composto pela entrega de: Mídia de DVD (Curta-metragem com vinheta – duração de até 6 min no formato AVI), Banner, Flyer, Capa de DVD, Teaser de até 1 min (vinculado semanas antes nas Redes Sociais),  3 Roteiros (Cena a cena, Celtx e Narrativo) e Press-Release.

Alguns grupos fizeram diferenciais como, por exemplo, a Agência Mercúrio  que produziu além destes: Press-Kit, Camisetas (para o grupo e como premiação para quem interagisse nas Redes Sociais a respeito do curta Nas Margens de Mim, da respectiva Agência) e a entrega de brindes (chaveiros) especialmente para os espectadores do Festival.

Além da obtenção da nota, grupos foram premiados em diversas categorias com troféus.


Na categoria MELHOR CURTA todos os finalistas foram do campus São Miguel

E o campeão:

Trabalho proposto pela professora Lara Maria da disciplina Projetos Interdisciplinares.

Juliana Souza

O Interacionismo Social



O Interacionismo Social diz respeito às pesquisas feitas em determinados grupos da sociedade, onde a pessoa que pesquisa também interage com o meio, fazendo parte da informação.

Geralmente este tipo de ação é feita nas regiões suburbanas, na tentativa de evidenciar os problemas comuns àquela comunidade, e o porquê da presença dos mesmos; o que levou a população a determinado problema.

Neste processo de pesquisa, o investigador faz um levantamento de informações, verificando a comunidade com base na Sociologia Urbana, estudo típico da Escola de Chicago, que são dos problemas referentes a migração desordenada a determinado local, por exemplo, mostrando a falta de oferta de emprego, a criminalidade, a falta de escolas, entre outros fatores que os estudiosos encaram como uma patologia.

Mediante a localização destes problemas, pode-se usar da chamada Ecologia Humana para estabelecer um entendimento destes através do lugar social.

Por fim, trago uma breve analogia, uma vez que o tema de problemas urbanos é frequentemente retratado na literatura e em filmografias, como por exemplo, no livro nacional, “O Cortiço” de Aluísio de Azevedo, obra que também tem fundamento no darwinismo, onde mostra a miséria e a violência.

 

Juliana Souza 

Trabalho proposto pela disciplina online Teoria da Comunicação.


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