Winehouse


São Paulo, 11 de Agosto de 2011

WINEHOUSE

Faleceu no último dia 23 a cantora britânica Amy Winehouse aos 27 anos. Após a Rehab, a branca judia com voz de negra estava se abstendo das drogas, e talvez estas tenham sido a causa de sua morte; a falta daquilo que a movia e fazia dela um ser bipolar, a junção dos pólos, ora bela, ora louca.

Lembro-me de um professor de psicologia que me disse uma vez que o nome influencia na personalidade da pessoa: Winehouse, Casa do Vinho, bom…

Winehouse poderia ser nome de vinícola ou adega, ou de alguém que aprecia muito a bebida, poderia ser o nome de Amy, uma garota boemia de Londres, que fez muito sucesso nos bares da fina cidade. E foi.

Trazer de volta o Jazz e o Soul às paradas de sucesso, foi uma das grandes contribuições de sua música. Sua imagem, assim como suas letras traziam a sua verdade, fugindo do clichê, traziam liberdade.

Assim como outros gênios da música, o brilho da estrela foi ofuscado pelo obscuro mundo dos entorpecentes, que fazendo parte da sua verdade, estiveram presentes em grande parte da obra da cantora.

Em uma de suas tatuagens estava escrito “Garotinha do papai”, mas essa garotinha cresceu, tornou-se mulher, e mostrou ao mundo até o fim de sua vida, que tinha Wine no nome e no sangue. Para sempre Diva!

Juliana Souza

(Crônica proposta pela professora Patrícia Leite da disciplina Linguagem e Produção de Texto; tema livre.)

Para sempre Amy Winehouse!


Amy, talvez agora fique em paz…

Tinha tanto talento…

A Beleza e a Loucura faziam parte dela… a junção dos pólos!

Você se foi… mas o seu trabalho é eterno!

Era uma vez a Diva do Soul!

14 de setembro de 1983 – 23 de julho de 2011 (27 Anos)

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