Economia Criativa


 

  O que significa Economia Criativa? De onde surgiu?

O conceito de Economia Criativa vem de “indústrias criativas” que apareceu pela primeira vez em um discurso chamado “Nação Criativa”, do Primeiro-Ministro da Austrália em 1994. O discurso falava sobre a importância de aproveitar as oportunidades que a globalização traz, e também sobre as mídias digitais como meio de informar e dar valor à criatividade e sua ajuda para o desenvolvimento do país.

Três anos depois na Inglaterra, foi criada uma força tarefa voltada à vários setores da cultura, sendo a responsável em observar as tendências de mercado e os pontos positivos da competitividade nacional. Em um primeiro momento, observaram como se davam as parcerias público-privadas voltadas à cultura, analisando principalmente o turismo, o desenvolvimento, a educação e as relações exteriores.

Hoje a Economia Criativa pode ser definida como as atividades das pessoas em exercitarem a sua imaginação, fazendo da ação uma contribuição para a economia. Essas pessoas criam, produzem e distribuem os produtos/serviços provenientes desta imaginação, através dos seus conhecimentos culturais regionais, mais conhecido como “capital intelectual”.

  Qual a finalidade da Economia Criativa?

A grande finalidade da Economia Criativa é fazer com que a rica produção cultural da população, o capital intelectual, possa ser revertida em dinheiro, e ter influência na economia nacional, auxiliando no desenvolvimento do país. A Economia Criativa hoje representa uma opção de inclusão produtiva, por criar emprego e renda.

Ela agrega os valores, processos, cultura do cenário atual, fazendo uma releitura da economia. Usufrui do conhecimento da tecnologia e qualidade já existentes, mas o faz de forma autêntica.

  Em quais setores atuam a Economia Criativa?

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 – Arquitetura

 – Artes e Antiguidades

 – Artesanato

 – Design

 – Moda

– Cinema e Vídeo

 – Música

– Artes Cênicas (Performing Arts – inclui dança, circo e etc.)

 – Editoração (Revistas, livros, jornais, web)

– Rádio

 – TV

  Quais os requisitos para aplicar a Economia Criativa?

Primeiramente, não se deve pensar em Economia Criativa sem antes investir na promoção de discussões e estudos sobre políticas econômicas e industriais. É importante também rever as questões sociais, fazer um estudo de campo da região em que será aplicada a Economia Criativa, como a educação, a qualidade da urbanização, a influência da cultura, e claro, repensar as estratégias econômicas e modelos de negócios do local.

Após, analisar as questões que exercem influência sobre a aplicabilidade da Economia Criativa na região, como a mão de obra, os fatores competitivos, as inovações tecnológicas, entre outros.

O grande foco da Economia Criativa é, como está escrito no próprio conceito, a criatividade das pessoas que trabalham nesse ramo, e que obtém suas rendas através dessa disseminação de cultura. Porém, não ficam apenas no âmbito da criação, produção e distribuição de produtos e serviços, mas também observando os modelos de negócios e gestão, os processos e as tecnologias.

Juliana Souza

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Sobre Juliana Souza
Relações Públicas, inglês/espanhol/italiano, estudante de Comércio Exterior *-* Amante da leitura e do cinema!

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