Escola de Frankfurt mediante a mídia e a indústria cultural


O posicionamento frankfurtiano mediante a mídia e a indústria cultural – análise crítica das imagens

 

A grande massa geralmente forma opinião sobre assuntos relevantes da sociedade, como política e economia, com base nas informações vinculadas pelos meios de comunicação, Habermas já na década de 60 criticava a opinião pública.

Logo, a mídia exerce papel importantíssimo neste cenário, o que acaba por limitar a crítica da sociedade sobre tais informações, ou seja, ocorre uma manipulação de ideias e até mesmo de hábitos de consumo, da burguesia que detém os meios de comunicação, para os cidadãos comuns, muitas vezes vistos como “senso comum”.

Os hábitos de consumo da sociedade contemporânea estão ligados diretamente aos meios de comunicação e seus artifícios fazendo com que as pessoas comprem produtos que não precisam, decorrente da vinculação da ideia de Indústria Cultural, e a aceitação desta pelas pessoas. Adorno e Horkheimer já estudavam sobre esta ideologia na Escola de Frankfurt, onde localizaram que a mesma funcionava com um planejamento semelhante à produção de bens de consumo feitos em série.

Dentro do marketing existe uma definição para desejo e necessidade: o primeiro vem do impulso e da influência, neste caso da mídia, em fazer que as pessoas comprem o que não é prioridade, e que se excedam nestas aquisições, uma vez que quem compra mais, mostra mais poder – aquisitivo no caso. Já o segundo é o que o ser humano realmente precisa como, por exemplo, as necessidades fisiológicas.

A Indústria Cultural faz com que o desejo se transforme em necessidade e as pessoas não se vêem mais vivendo fora do consumismo.

Todo este modo de vida esquematizado é impulsionado pelas mídias, que exigem agilidade na forma de comer, trabalhar e estudar. Um grande exemplo são os fasts-foods da rede Mc’Donalds, que trabalham desta forma há três décadas no Brasil.

Mas tanto a manipulação da mídia, quanto os hábitos nada saudáveis que estes proporcionam, tem seus contrapontos: respectivamente um é tão necessário, que seria improvável que aqui, na maior metrópole do Brasil, São Paulo, uma pessoa não dependa da mídia para sair de casa vestida adequadamente conforme a previsão do tempo, informada no telejornal. E a outra, por mais que a mídia agora tente desvencilhar a precariedade da saúde deste tipo de hábito consumista, continua por engrandecê-lo, pois a propaganda é sedutora, a mídia é sedutora.

Trabalho proposto pela professora Lara Maria da disciplina online Teoria da Comunicação

Juliana Souza

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Sobre Juliana Souza
Relações Públicas, inglês/espanhol/italiano, estudante de Comércio Exterior *-* Amante da leitura e do cinema!

2 Responses to Escola de Frankfurt mediante a mídia e a indústria cultural

  1. Escola de Frankfurte… indústria cultural… produto cultural… cultura… sociologia… filosofia… comunicação… formação de opinião…

    Uma teia infindável e atemporal.

    Gosto muito de tudo isso!

    =]

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